Com crise ou sem crise, os Estados Unidos continuam sendo a terra do consumo. Principalmente para nós brasileiros, acostumados a pagar preços exorbitantes por roupas, sapatos, e gadgets eletrônicos. Não é à toa que muitos acabam voltando sem um centavo no bolso – a tentação é enorme, pois quando viajamos para o Work Experience, ralamos horas e mais horas de trabalho, então nada mais justo que fazer umas comprinhas.
Praticamente tudo é mais barato nos EUA. Mesmo. Um Nike Shox no Brasil não custa menos de R$ 400, enquanto lá você encontra modelos a partir de US$ 70. Calça Diesel? A mais barata nos shoppings brasileiros não sai por menos de R$ 900. Nos EUA, com US$ 100 você já consegue comprar uma. E estes são os itens ‘caros’, de premium brands.
O preço médio de uma calça jeans nos E.U.A não ultrapassa US$ 60, em ótimas lojas, como Abercrombie e American Eagle. Na Levi’s você consegue comprar até por US$ 30. Se você liga para marcas, vai enlouquecer com os preços baixos. Se você não liga, mais ainda!
Quando falamos de eletrônicos, a diferença é maior ainda: como exemplo, escolhi um laptop da HP, modelo RM-70. Na Fast Shop, uma das principais cadeias de varejo do Rio de Janeiro, ele custa R$ 3.299,00. Já foi até mais caro. Só que quando comparamos com os valores americanos, o queixo cai: apenas US$ 629,00 na Best Buy, a maior rede de eletrônicos de lá. Mais que a metade do preço!
Praticamente tudo é mais barato nos EUA. Mesmo. Um Nike Shox no Brasil não custa menos de R$ 400, enquanto lá você encontra modelos a partir de US$ 70. Calça Diesel? A mais barata nos shoppings brasileiros não sai por menos de R$ 900. Nos EUA, com US$ 100 você já consegue comprar uma. E estes são os itens ‘caros’, de premium brands.
O preço médio de uma calça jeans nos E.U.A não ultrapassa US$ 60, em ótimas lojas, como Abercrombie e American Eagle. Na Levi’s você consegue comprar até por US$ 30. Se você liga para marcas, vai enlouquecer com os preços baixos. Se você não liga, mais ainda!
Quando falamos de eletrônicos, a diferença é maior ainda: como exemplo, escolhi um laptop da HP, modelo RM-70. Na Fast Shop, uma das principais cadeias de varejo do Rio de Janeiro, ele custa R$ 3.299,00. Já foi até mais caro. Só que quando comparamos com os valores americanos, o queixo cai: apenas US$ 629,00 na Best Buy, a maior rede de eletrônicos de lá. Mais que a metade do preço!


Claro que isso não significa que você deva sair comprando descontroladamente (o que acontece com a grande maioria, eu incluso!). É difícil controlar os impulsos, pelos preços serem tão baixos, e na maioria das vezes, você teoricamente não ter outra chance de comprar aquele artigo. Teoricamente mesmo, porque esse intercâmbio vicia!
É comum comprar o mesmo modelo de camisa com cinco cores diferentes, onde no Brasil você pagaria no mínimo R$ 80 por cada uma delas; e nos EUA paga US$ 20. No Wal-Mart há pacotes de três camisas brancas por menos de US$ 15. Na Hering, cada uma não sai por menos de R$ 30. Será que você precisa de tanta roupa assim?
Dentro na normalidade está comprar o “Kit Work Experience”, termo usado até pelos consultores da IE. O Kit WEUSA consiste em uma câmera digital, laptop e iPod. 80% dos participantes voltam com essas compras (no mínimo). São milhares de exemplos que não cabem neste blog, mas a dica é realmente ter cuidado, porque a gente acaba comprando muita coisa que acaba sem usar no Brasil, simplesmente porque está barato. Então é a mesma coisa que jogar dinheiro fora.
Nos próximos posts vou comentar um pouco sobre boas lojas para fazer compras, pechinchas, compras on-line, e os famosos outlets – a preferência nacional!




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